domingo, 29 de março de 2015

Singularidade

  A Singularidade Gravitacional é um estado ou efeito em que o espaço e a matéria estão fundidos em um só, de forma que não forma dimensão alguma ou dimensões que não conhecemos, ou seja, a gravidade, a massa, a velocidade, tudo que reina nas leis da física conhecida pelo homem é infinita em um ponto muito pequeno, sendo que na verdade esse ponto não tem tamanho nenhum.Há dois tipos:

Singularidade cônica:
  Parece ter um horizonte de eventos, onde limita as leis da física conhecida das desconhecidas, pelo fato da velocidade de escape for maior que a da luz, o corpo tem um horizonte de eventos; simplesmente, ocorre em buracos negros.

Singularidade Nua:
  Essa singularidade não tem um horizonte de eventos para limitar o espaço/matéria da singularidade, esse fenômeno só pode ter ocorrido na criação do universo.


Conjunção astronômica

A conjunção é um termo utilizado tanto na astrologia, quanto na astronomia, e significa que, como vistos de algum lugar (normalmente a Terra), dois corpos celestes aparecem perto um do outro no céu. Há quatro tipos de conjunções.

Superior:
  Os planetas superiores, os quais tem suas orbitas extremas em relação a Terra, estarão em conjunção quando estiverem atrás do Sol, em relação à posição da Terra. Neste momento suas distâncias são máximas em relação ao nosso planeta.

Inferior:
  Os planetas inferiores (Mercúrio e Vênus) além da conjunção superior, podem estar alinhados entre a Terra e o Sol, este alinhamento é chamado de conjunção inferior.

Oposição:
  O alinhamento entre um planeta superior, quando Terra fica entre ele e o Sol, é chamado de oposição.

Quadratura:
  Caso o alinhamento forme um ângulo de 90º com o Sol, é chamado de quadratura.





quinta-feira, 26 de março de 2015

Efeito da Lua na Terra (Efeito das marés)

 O puxão gravitacional de nosso satélite tem pouco efeito sobre os continentes, que são sólidos, mas afeta consideravelmente a superfície dos oceanos devido à fluidez, com grande liberdade de movimento, da água. A cada dia, a influência lunar provoca correntes marítimas que geram duas marés altas (quando o oceano está de frente para a Lua e em oposição a ela) e duas baixas (nos intervalos entre as altas).
Quando a Terra, a Lua e o Sol estão alinhados - ou, como dizem os astrônomos, em oposição ou conjunção -, a atração gravitacional dos dois últimos se soma, ampliando seu efeito na massa marítima. Por outro lado, quando as forças de atração da Lua e do Sol se opõem, quase não há diferença entre maré alta e baixa. Mas esse jogo de forças não é igual em toda parte, porque o contorno da costa e as dimensões do fundo do mar também alteram a dimensão das marés.


Eclipses

É o desaparecimento aparente de um astro, resultante da posição de outro astro entre aquele e o observador. Há dois tipos de eclipses:

Solar:
é um fenômeno que ocorre sempre que a lua fica entre a Terra e o sol. Quando isso ocorre o sol parece desaparecer (eclipse, vem do grego ékleipsis = desaparecimento) total ou parcialmente.

Em astronomia, um eclipse ocorre sempre que corpos celestes estão alinhados de forma que a visão de um deles fica impedida por causa desse alinhamento.














Lunar:
é um fenômeno astronômico que ocorre toda vez que a Terra fica entre o Sol e a Lua, exatamente na linha de intersecção de sua órbita com a da Lua, a chamada “linha dos nodos”, e sempre que a Lua está na fase cheia ou na fase nova.